domingo, 17 maio, 2026
  • Home
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
Vila Notícias
  • Home
  • Notícias
  • Educação
    • Escolas
      • chickenroad.mobi
      • ctreports.com
      • dharanisugars.in
      • docwilloughbys.com
      • kidstravel2.com
    • Espaço Poesia
      • missia.org
      • odo-ural.ru
      • seo-nix.ru
      • toucheurope.org
      • underscorejs.ru
  • Esporte
  • Saúde
  • Atualidades
  • CONTATO
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Educação
    • Escolas
      • chickenroad.mobi
      • ctreports.com
      • dharanisugars.in
      • docwilloughbys.com
      • kidstravel2.com
    • Espaço Poesia
      • missia.org
      • odo-ural.ru
      • seo-nix.ru
      • toucheurope.org
      • underscorejs.ru
  • Esporte
  • Saúde
  • Atualidades
  • CONTATO
No Result
View All Result
Vila Notícias
No Result
View All Result

Um pouco da Culinária do Espírito Santo

por Cleber Luiz Sabino
06/03/2014

O Espírito Santo é o estado litorâneo  que possui a mais diferenciada e singular cozinha. Dentre os pratos que levam frutos do mar destacam-se a moqueca capixaba, a torta capixaba, a muma de siri e a caranguejada.

O verdadeiro brote requer um ritual para ficar pronto
O verdadeiro brote requer um ritual para ficar pronto

Famosa internacionalmente, a moqueca capixaba é o prato mais conhecido da culinária do Espírito Santo. O nome “moqueca” designa um estilo de preparar o alimento que consiste no cozimento sem água, apenas com os vegetais e frutos do mar e, ao contrário da moqueca baiana, a capixaba não recebe azeite de dendê e nem leite de coco, mas é praticamente obrigatório o uso de muito coentro e urucum.

Logo em seguida, vem a torta capixaba (que da semana santa foi promovida a item do cardápio durante o ano inteiro), preparada com vários frutos do mar, como siri desfiado, camarão, ostra e sururu, além de bacalhau e palmito. Prato tradicional durante a Semana Santa em todas as casas capixabas.


A tradição pesqueira e a herança da cultura indígena e negra influenciaram profundamente a culinária capixaba, tornando-a eclética, produto de muitas influências dos habitantes locais como portugueses, africanos e povos do norte da Europa. Com a vinda de imigrantes europeus novos pratos foram acrescentados à cozinha capixaba. Dos italianos, os que exerceram maior influência, temos o anholini, o tortei, a sopa pavese, o risoto e a polenta. Mineiros e baianos também trouxeram de suas terras pratos típicos, como o péla-égua (cangiquinha com costeleta de porco) e o vatapá.

A técnica de catar o crustáceo é a mesma que já utilizavam os indígenas, fartos comedores de caranguejo: vai-se com lama até os joelhos e recolhe-se os caranguejos no tato e no jeito, para que os dedos não sejam aferroados pelas puãs.

O siri, crustáceo primo do caranguejo, é pescado com jereré ou puçá. Ambos se parecem com rede de caçar borboletas, sendo o jereré ou puçá que leva a isca. A pesca sem isca é geralmente feita à noite, à luz de lampiões.

As Desfiadeiras de Siri da Ilha das Caieiras, assim como as Paneleiras de Goiabeiras, ocupam atividade artesanal de destaque na composição da cultura popular de Vitória. Mas o maior tempero da culinária capixaba é a Panela de Barro.

A panela de barro é, sem dúvida, uma das maiores expressões da cultura popular do Espírito Santo. Desde a sua origem – nas tribos indígenas que habitaram o litoral do Estado – até os dias de hoje, a técnica de sua confecção e a estrutura social das artesãs pouco mudou. O trabalho artesanal das paneleiras sempre garantiu a sobrevivência econômica de seus familiares, como também de suas tradições. A região de Goiabeiras, ao norte da Ilha de Vitória, sempre foi o local tradicional da produção de panelas de barro. No início, o trabalho era de cunho familiar e as panelas eram feitas nos quintais das casas das paneleiras.

As panelas de barro constituem o principal elemento cultural na elaboração de pratos típicos da culinária capixaba. A moqueca capixaba, a moqueca de garoupa salgada com banana-da-terra e a torta capixaba têm de ser feitas em panela de barro, para serem autênticas. A produção é constante e todas as peças produzidas são vendidas aos turistas e à população da Grande Vitória. As vendas são feitas pela Associação das Paneleiras e em lojas de artesanato.

Brote

O brote é um pão de milho que surgiu em 1857, quando os pomeranos que no Espírito Santo chegaram não conseguiram cultivar o trigo no clima quente tropical e tiveram que substituí-lo pelo milho na fabricação do pão.

O verdadeiro brote requer um ritual para ficar pronto. O fubá é feito no moinho tocado a água. O fermento é preparado na sexta. No sábado, descasca-se batata-doce, cará, inhame e mandioca que serão ralados e adicionados à massa. Aí sim, vai para o forno à lenha antes de ser degustado no fim de semana.

O brote pode variar de nome de acordo com os ingredientes, podendo ser também o “Mijabroud” (pão de milho) e o “Bananabroud” (brote de banana). Uma folha de bananeira no fundo da forma e o aquecimento adequado do forno são importantes para a qualidade do produto.

Durante muito tempo os pomeranos tiveram vergonha de consumir o brote por serem chamados pejorativamente de “broteiros”. Hoje, eles reconhecem nessa forte tradição a força de uma raça única no mundo, já que não foi preservada em seu extinto país de origem. Orgulhosos, os jovens de Vila Pavão valorizam sua identidade. Com isso, o brote se transformou num símbolo de resistência cultural.

Moqueca capixaba

A moqueca capixaba é um prato típico da culinária do estado brasileiro do Espírito Santo – de onde advém o nome: capixaba é o natural deste estado e esta moqueca é considerada um dos seus pratos típicos.

Diferindo da moqueca tradicional – que obrigatoriamente deve levar leite-de-coco e azeite de dendê – a receita capixaba prescinde desses ingredientes (essenciais para configurar uma moqueca, segundo o lexicógrafo e folclorista Câmara Cascudo).

Os peixes ideais são aqueles sem muitas espinhas e de consistência firme. Pode-se também, pelo mesmo método, fazer-se uma moqueca de camarão, de lagosta, de sururu, etc. O importante é que a moqueca capixaba não leve nem azeite-de-dendê e nem leite de côco.

A moqueca chega à mesa na panela em que foi cozida, geralmente fumegante, acompanhada de seu pirão e de arroz branco. É considerada saudável e relativamente barato seu preparo.

Veja Também

Vila Pavão reforça regras para queima de palha em secadores de café durante a colheita
Destaques

Vila Pavão reforça regras para queima de palha em secadores de café durante a colheita

Diocese de São Mateus promove mudanças pastorais e nomeia Padre Erasmo para Vila Pavão
Destaques

Diocese de São Mateus promove mudanças pastorais e nomeia Padre Erasmo para Vila Pavão

Terceira vítima morre após explosão em alojamento de trabalhadores rurais no ES
Destaques

Terceira vítima morre após explosão em alojamento de trabalhadores rurais no ES




  • Home
  • Quem Somos
  • Fale Conosco

© 2020 - Desenvolvido por Webmundo soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Educação
    • Escolas
      • chickenroad.mobi
      • ctreports.com
      • dharanisugars.in
      • docwilloughbys.com
      • kidstravel2.com
    • Espaço Poesia
      • missia.org
      • odo-ural.ru
      • seo-nix.ru
      • toucheurope.org
      • underscorejs.ru
  • Esporte
  • Saúde
  • Atualidades
  • CONTATO

© 2020 - Desenvolvido por Webmundo soluções Interativas